O Instituto dos Arquitetos do Brasil de Salvador e o Teatro Castro Alves promovem palestras sobre arquitetura contemporânea de hoje a 13 de janeiro.
Os convidados são integrantes do juri para o Concurso Público de Arquitetura para Requalificação e Ampliação do Teatro Castro Alves.
Com entrada gratutita, as palestras serão realizadas no espaço do coro do Castro Alves, em Salvador (BA), sempre as 19h.
Segue a programação:
11 de janeiro
Canteiro, Metralha e Alguma Invenção: da arquitetura contemporânea no Nordeste
Luiz Amorim (Universidade Federal de Pernambuco)
12 de janeiro
Projetos recentes do Estúdio Moscato/Schere Arquitectos & Urbanistas
Jorge Moscato (Moscato/Schere Arquitectos & Urbanistas – Buenos Aires)
Projetos recentes de Andrade Morettin Arquitetos Associados
Vinícius Andrade (Andrade Morettin Arquitetos Associados – São Paulo)
13 de janeiro
Novos exemplos de acústica teatral
José Augusto Nepomuceno (Acústica & Sônica – São Paulo)
Reflexões sobre o espaço cênico
José Carlos Serroni (Espaço Cenográfico de São Paulo)
Mais informações no site do IAB-BA http://www.iab-ba.org.br

cadeira Heroes
Começa hoje e segue até 26 de fevereiro o processo de inscrição de projetos para a terceira edição do IDEA/Brasil, pelo site do prêmio, em www.ideabrasil.com.br .
O concurso é aberto a profisionais independentes, empresas, estudantes de design e pesquisadores.

trena da Starret
Somente produtos lançados nos dois últimos anos podem ser inscritos.
Os premiados brasileiros ficam inscritos no IDEA, a edição internacional, promovida pela IDSA — entidade de design americana.

lift de Fernando Prado
As categorias são: Comerciais & Industriais; Comunicação; Informática; Estratégia de Design; Ecodesign; Som, Jogos e Entretenimento; Ambientes; Casa; Design de Interface; Lazer & Recreação; Médicos & Científicos; Escritório; Embalagens; Acessórios Pessoais; Estudantes; Pesquisa; Transportes; Jóias.
Finalistas e premiados participarão de exposições de produtos.
Consulte o site para taxas de inscrições e formulários.
Aqui na página alguns vencedores de 2009
A jornalista Daniela Name, no blog "Pitadinhas", escreve sobre a substituição das embalagens dos produtos Piraquê, que são de autoria da artista plástica Lygia Pape: "O Crime da Piraquê".

"A empresa está substituindo o desenho clássico (do "Presuntinho") por outro, chupado da embalagem do produto para exportação. O Queijinho, vulgo “Bolinha”, que traz bolinhas de biscoito no fundo vermelho – e que talvez seja a embalagem mais bonita e sedutora da Piraquê – também vai mudar."
"Além de ser um projeto pior, mais poluído visualmente, que dispersa as informações em vez de concentrá-las, a nova embalagem da Piraquê joga fora a obra de uma grande artista brasileira e parte da nossa história visual. O que muito pouca gente sabe é que toda a identidade da Piraquê – embalagens dos biscoitos, massas, caminhão e logomarca – foi criada por Lygia Pape, uma das maiores artistas que este país já produziu. A atuação de Lygia, falecida em 2004, no ramo da comunicação visual foi tão versátil quanto no das artes plásticas. A partir de 1960, já com boa experiência como programadora visual, atuou na Piraquê.
Daniela entende do assunto. Foi curadora da exposição “Diálogo concreto – Design e construtivismo no Brasil” (que esteve em São Paulo em janeiro de 2009 e no Rio em 2008). Na mostra, ela e Felipe Scovino relacionavam os trabalhos de arte e design de artistas construtivos brasileiros nas décadas de 1950 e 1960 como Geraldo de Barros, Willys de Castro, Waldemar Cordeiro, Amilcar de Castro, Lygia Pape, Abraham Palatnik, Alexandre Wollner, Almir Mavignier, Antonio Maluf, Lygia Clark e Mary Vieira.
Segundo escreve em seu blog, Daniela entrevistou Lygia Pape em 2003. A blogueira reproduz depoimento da artista sobre as conexões entre o trabalho de arte e o design:
“Aquele era um momento em que experimentávamos muito em todas as áreas. Eu, particularmente, nunca gostei de ficar restrita a um suporte. Gostava de fazer com que eles conversassem e acabei levando a escultura para um trabalho como programadora visual. Sempre me diverti muito fazendo as embalagens para a Piraquê. Adorava ir à gráfica, me despencava para Madureira para ver como estavam as provas de impressão. O formato das embalagens, que hoje aparece em qualquer biscoito, foi uma inovação para a época. Depois outras indústrias, como a Aymoré e a Tostines, acabaram copiando a Piraquê. Os desenhos todos coerentes, que hoje foram muito deturpados, também foram uma novidade (…) Aquele vermelho aparecia para valer nas gôndolas dos supermercados. Dava para achar os produtos de longe”.

No texto do blog "Pitadinhas", Daniela analisa que, nas embalagens da Piraquê, Lygia Pape aplicou os princípios de Gestalt. "A do Goiabinha é outra obra-prima: além de comunicar perfeitamente que se trata de um biscoito recheado, mostrado a foto com o risco da geléia de goiaba, empreende um outro princípio típico da pintura geométrica do período: o ritmo, ditado pela alternância matemática. No Goiabinha, a alternância 4X1 (quatro biscoitos recheados deitados, para um em pé) dá movimento e um ar lúdico à embalagem".
Vale a leitura!
O Salão Design Movelsul 2010, que acontece em março de 2010, em Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, divulgou a lista de 105 classificados para a segunda fase do concurso.
Dos 793 projetos inscritos, de 20 países, 105 foram classificados.
Destes, 41 são inscrições feitas por profissionais independentes, 38 feitas por estudantes e 26 feitas pelas indústrias.
Os critérios utlizados para avaliação são adequação ao público, conceito, forma e função, grau de inovação, qualidade e segurança, nas categorias: acessórios domésticos, eletro-eletrônicos, iluminação e móveis.
Nesta edição, também serão oferecidos os prêmios Madeiras Alternativas, Mérito Social e Professor Orientador.
Cinco finalistas brasileiros na categoria Móveis vão representar o país no 2º Design Mercosul Móveis, no Uruguai.
A próxima etapa da avaliação acontece nos dias 22 e 23 de fevereiro de 2010, em Bento Gonçalves.
A lista de projetos classificados na 1ª etapa está no site .
Participo do júri desta edição com Ademir Bueno, gerente do departamento de Design da Tok&Stok, Bernardo Senna, integrante do Instituto Nacional de Tecnologia, Giulio Palmitessa, mestre pelo Politécnico de Milão e pesquisador da Escola de Design Unisinos e Roberto Galisai, pesquisador e consultor do Politécnico de Milão.

Com textos de Agnaldo Farias, Paulo Herkenhoff, Roberto Segre, Julio Katinsky e Rodrigo Queiroz e fotos de Nelson Kon e Leonardo Finotti, "RUY Ohtake – Arquitetura e a Cidade" tem lançamento nesta quinta, 26, em São Paulo, no shopping D&D (av. Nações Unidas 12.555), as 20h.
É o maior registro já publicado da obra do arquiteto. Com 324 páginas, o livro mostra 88 projetos de Ohtake ao longo de seus quase 50 anos de atuação na arquitetura e em projetos urbanos.
Indicado arquiteto de 2009 pela Federação de arquitetos brasileiros este ano, Ohtake formou-se pela FAU-USP em 1960. Entre seus projetos mais conhecidos em São Paulo estão o Instituto Tomie Ohtake, o Hotel Unique e o Parque Ecológico do Tietê.

Expresso Tiradentes
No texto sobre a obra do arquiteto que está publicado no volume, o crítico Paulo Herkenhoff atribui a Ohtake a síntese de dois modelos fundamentais da arquitetura brasileira:
"Ruy Ohtake, na história da arquitetura brasileira, foi quem compreendeu em sua geração a hipótese necessária de costurar os valores conceituais, por vezes quase opostos, de Oscar Niemeyer, a quem visita habitualmente desde 1958, e Vilanova Artigas, seu mestre na USP. A partir daí, Ohtake também trabalha em sua obra autoral alguns dos aspectos mais marcantes da sensibilidade específica das escolas carioca e paulista de arquitetura. Assim, sua arquitetura não dispensa as pontuais inscrições brutalistas, próprias do pensamento paulistano, tanto quanto se envolve na sensualidade da forma, da linguagem de Niemeyer. Seu pensamento político sobre as tarefas sociais do arquiteto está mais próximo da lição de ética de Artigas. A ousadia da forma o coloca mais próximo de Niemeyer."

foto do ateliê de Tomie Othake, projeto de Ruy Ohtake - site oficial
O crítico de arte Agnaldo Farias trata do uso da cor nas várias fases da obra de Ohtake:
"(..)A cor foi se insinuando aos poucos, em empenas, caixilhos, nervuras em fachadas, portas de entradas, entre outros elementos.
A Embaixada do Brasil em Tóquio (1981) serve como um marco nesse processo: foi ali que o amarelo, aplicado sobre um volume convexo que se contrapõe ao plano côncavo que se lhe passa por cima, transformou-se em protagonista.
O comentário sobre a cor nas obras de Ruy Ohtake, contudo, não deve servir para encobrir sua associação com a forma, desde sempre alvo de suas pesquisas. Quanto a isso, assinale-se o momento decisivo em que linhas e planos curvos somaram-se aos procedimentos fundados na ortogonalidade. Dito de outro modo, a maturidade do arquiteto deu-se através da produção de espaços mais e mais suscetíveis à natureza; uma relação que começou por separações sutis, como paredes de vidros ou calçadas sinuosas, para então, pouco a pouco, no decorrer dos anos 1970, desdobrar-se em fachadas ondulantes, de que são exemplares desde a agência bancária de Goiânia, obra de 1977, até o Ohtake Cultural, de 1995, chegando a volumes cilíndricos, planos circulares e, por fim, às intrincadas formas orgânicas mais recentes.
Do mesmo modo que a aplicação das cores decorreu da crença do arquiteto no seu caráter vitalista, a especulação formal, o exercício plástico liberto do que lhe parece o padrão ortogonal um tanto rígido praticado em São Paulo nas últimas décadas, sempre foi por ele defendido como um antídoto mais poderoso e eficaz contra a experiência urbana estéril, propiciada por edifícios e espaços previsíveis; uma afirmação da arquitetura como móvel da beleza e da imaginação e, por isso mesmo, corresponsável pela promoção da dignidade dos cidadãos."
"Ruy Ohtake - Arquitetura e a Cidade" foi editado pelo Instituto Tomie Ohtake e vai custar R$ 140,00 no lançamento e R$160,00 após o lançamento.
Segurança, conforto, automonia, simplicidade, durabilidade e potencial lúdico são características que podem ser verificadas nos produtos da mostra "Sementes Suecas - A Suécia desenha para crianças", que abre nesta terça, 17, as 19h30 em São Paulo.


Nas fotos acima o aplicador de medicamentos Genotropin, para autoaplicação, com capas coloridas para personalização, desenvolvido pela Ergonomidesign, centro de design que tem equipes multidisciplinares
Roupas, objetos, brinquedos e equipamentos mostram a existência de um mercado rico em bom desenho e a preocupação dos designers suecos com vários aspectos da vida das crianças.

Na foto acima, um dos produtos da marca BabyBjörn, famosa pelos "cangurus" de carregar bebês
Na quarta, dia 18, haverá palestras sobre dois assuntos: a Ergonomidesign e o projeto de parques temáticos, que já foi assunto aqui no blogdesign
“Sementes Suecas”
visitação: 18 de novembro a 17 de janeiro, de terça a domingo, das 10h às 18h
Museu da Casa Brasileira - av. Faria Lima, 2.705 (5511 3032-3727) São Paulo
A 8 Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo tem um programa de seis palestras sobre projetos para os estádios brasileiros da Copa.
Veja a programação:
17/11
19h - Arena Experience (iluminação para estádios), Flávio Guimarães
18/11
17h30 - Fonte Nova/Salvador, Marc Duwe
18h30 - Beira-Rio/Porto Alegre, Hype Studio
19/11
17h00 - Mineirão/ Belo Horizonte, Gustavo Penna
24/11
18h - Arena da Baixada/Curitiba, Carlos Arcos
26/11
18h30 - Mané Garrincha/Brasília, Eduardo de Castro Mello
1º/12
18h30 - Morumbi/São Paulo, Ruy Ohtake
8ª Bienal Internacional de Arquitetura
até 6 de dezembro
terças a quintas, das 12h às 22h; sextas, sábados domingos e feriados, das 10h às 22h (segunda-feira fechado)
Pavilhão Ciccillo Matarazzo - Fundação Bienal - Parque do Ibirapuera, Exposição Cidades e Arenas da Copa - Brasil 2014, segundo piso
Ingresso para a Bienal - R$ 12,00

foto D. Serinya
Uma mistura de campo de futebol e pista de esqui, onde a bola jamais chega onde se espera, é um dos projetos mais interessantes da reestruturação do Kroksbäck, o mais popular parque público de Malmö, Suécia, erguido na década de 1970.

foto: Mara Gama
Inaugurado em setembro passado, o Puckellball foi projetado pelo artista e designer Johan Ferner Ström. Tem 25 x 40 metros, grama artificial e iluminação noturna.

foto: Mara Gama
Segundo Ström, a idéia do campo é proporcionar o convívio ao ar livre e incentivar jovens e adultos a inventar novos tipos de jogos e romper as regras estabelecidas. "As irregularidades do campo neutralizam as diferenças. Nada garante que um bom jogador de futebol se torne um fera no Puckellball. Há chances para todos".

foto: Mara Gama
No dia 18, a partir das 19h30, as arquitetas paisagistas Karin Sjölin e Caroline Larsson farão uma palestra sobre o programa de criação de parques de Malmö, no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo.

O edifício "Turning Torso" do espanhol Santiago Calatrava, se impõe na paisagem de Malmö com seus nove cubos empilhados e retorcidos em 190 metros de altura. A torre tem um esqueleto externo revestido de painéis curvos de alumínio que recebem os planos de vidro. Do primeiro pavimento até o último, a torsão é de 90 graus. São 12 andares de uso comercial e o restante de uso residencial, num total de 54 pisos. É o edifício mais alto da Suécia e o segundo maior da Europa.
A torre está instalada na zona oeste do porto de Malmö, que era uma área industrial degradada, passou por ampla revitalização e se transformou numa área de residências, escola, uma marina e a cidade universitária.

Parque dos Contos de Fadas. Fotos: Mara Gama
Na cidade de Malmö, terceira mais importante da Suécia e uma das mais verdes do planeta segundo entidades ecológicas, há cerca de 280 mil habitantes e 50 áreas de recreação para crianças e adolescentes em funcionamento.

Parque dos Contos de Fadas
Entre estas 50 áreas, 20 fazem parte de um grande projeto de restauração e criação de parques temáticos, com tamanhos, desenhos, cenografias e brinquedos diferentes, com temas como Selva, Espaço, Magia, Circo, Pesca, Contos de Fadas, Ecologia, Água, Animais, Música.

Parque dos Contos de Fadas
Os projetos de implantação são realizados com equipe multidisciplinar de arquiteto paisagista, designer e artistas para a criação de parques individualizados, que sensibilizem os usuários para o convívio com a natureza mas também as formas da realidade projetada.

Um dos mais recentes parques temáticos, com briquedos articulados para desafiar o equilíbrio
A preocupação com a atividade ao ar livre para crianças está incorporada oficialmente ao urbanismo, ao design e à pedagogia suecas desde o fim dos anos 1930.

Parque dos Espirais, em Malmö
Em 1937, começou a sem implantado um programa nacional denominado Parkleken, para o planejamento e a construção de parques de recreação, com equipamentos urbanos, comunicação visual, brinquedos e esculturas visando estimular jogo e criatividade infantis.

Brinquedo com pisos articulados em elástico para testar o equilíbrio

Parque com o tema Bichos tem uma aranha de madeira como centro de uma vila de minicasas
Nos anos 1940, foram construídos os primeiros parques com equipamentos e brinquedos de madeira, com caixas e módulos que permitiam que as crianças criassem casas, móveis e objetos. Desde o princípio, a idéia dos parques é que haja brinquedos para diferentes idades, com graus de segurança e desafios dosados
.
Vários equipamentos que testam e desafiam o equilíbrio no movimento
Em 1957, foi fundada a associação Skogsmullem, para a promoção da vida ao ar livre, com atividades para crianças em idade pre escolar e dos primeiros anos da escolarização. A maior parte das funcionárias era composta de mães donas de casa. Até 2007, 2 milhões de crianças já tinham passado pelos programas da associação.

Para os mais novos, a lagarta de madeira e molas, num parque dos Bichos, um dos mais tradicionais de Malmö
Na próxima quarta, 18 de novembro, a partir das 19h30, duas arquitetas paisagistas integrantes do Instituto de Arquitetura Sueco (MAS) que trabalham no projeto de recuperação e criação dos parques temáticos de Malmö farão uma palestra sobre o programa, como parte da exposição "Sementes Suecas", no Museu da Casa Brasileira, em São Paulo: Karin Sjölin trabalha com parques e pontos de encontro há nove anos e é responsável pelo parque Contos de Fadas, dos mais populares de Malmö, e Caroline Larsson, que está no programa há 11 anos.

Diferentes texturas nos pisos: areia, borracha, grama e uma rede elástica para saltar
Exposição: “Sementes Suecas”
Palestra: “Playgrounds temáticos na cidade de Malmö - Arquiteto paisagista, designer e artista trabalhando juntos para recreação ao ar livre”
Data: 18 de novembro, às 19h30
Local: Museu da Casa Brasileira: av. Faria Lima, 2.705, São Paulo
atualizado em 16/11/09
Serão entregues no dia 24 de novembro os prêmios da 23º edição da mais importante premiação para o design no Brasil, o prêmio do Museu da Casa Brasileira.

Cesto de compras Smarkt, de Chelles & Hayashi Design, primeiro lugar em utensílios
A exposição dos premiados e selecionados, com 56 peças, começa dia 25, no museu. O projeto expográfico é do arquiteto Marcelo Ferraz.
Este ano foram recebidas 576 inscrições. Em Mobiliário, foram 203 inscrições e 106 em protótipo; em Utensílios, 48 e 40 em protótipo; em Equipamentos Eletroeletrônicos, 35 e 11 em protótipo; em Iluminação, 31 e 20 em protótipo; em Têxteis, 16 e 6 em protótipo; em Equipamentos de Construção, 12 e 6 em protótipo; em Equipamentos de Transporte, 5 e 5 em protótipo; em Trabalhos Escritos, não publicados 19 e, publicados, 13.

luminária Lift, de Fernando Prado, primeiro lugar em Iluminação, foi exposta em Milão em abril deste ano
Os Estados com mais projetos na competição foram São Paulo (285); Rio (63); Paraná (53); Santa Catarina (39); Rio Grande do Sul (38) e Minas Gerais (26). As demais inscrições vieram do Piauí, Pernambuco, Paraíba, Pará, Mato Grosso, Maranhão, Distrito Federal, Bahia, Amazonas, Alagoas e Acre.
O júri desta edição foi coordenado pelo arquiteto Giorgio Giorgi Jr. e formado por duas comissões.
André Vainer, Christian Ullmann, Délia Beru, Guinter Parschalk, Ivo Pons, Marili Brandão, Cíntia Malaguti, Ademir Bueno, Maria Regina Marques, Fernando Mascaro, Auresnede Pires Stephan, Marcelo Rosenbaum, Mônica Moura e Luis Antonio Jorge julgaram as categorias mobiliário, utensílios, iluminação, têxteis, eletroeletrônicos, equipamentos de construção, transporte e protótipos de todas as categorias já mencionadas. Nelas os quesitos alanlisados foram originalidade, concepção formal, inovação tecnológica, adequação ao mercado, viabilidade industrial, qualidade e segurança, e proteção ambiental.
André Stolarski, Antonio Eduardo Pinatti, Rodrigo Vilalba, Evelise Grunow, Mauro Claro, Marina Chaccur, Fabio Mestriner, Fernando Serapião e Maria Cecília Loschiavo dos Santos julgaran os trabalhos escritos em duas categorias: publicados e inéditos
Segue a lista dos primeiros prêmios:
Mobiliário:
Paulo Alves da Silva Filho e Luís Fagner Koga Suzuki com a cadeira Atibaia, em catuaba.
Paulo Roberto Ceschin Foggiato com a linha de laminados de bambu cadeira Bambu, mesa Demoiselle e cadeira Lapa.
Utensílios:
Chelles & Hayashi Design com o cesto de compras Smarkt, em material não oxidável, fácil de esterilizar e reciclável.
Iluminação:
Fernando Prado com a luminária Lift, com sistema de apoio na parede e cúpula que se desloca sobre a haste.
Eletroeletrônicos:
Ronis Paixão, Paulo Aleixo Coli e Marcos Rocha com a lavadora semi-automática Latina Rubi;
Equipamentos de Construção
Ana Lúcia de Lima Pontes Orlovitz e Luiz Moquiuti Morales com a torneira da linha Twin
Equipamentos de Construção – Protótipos
Regis Romera, Marco Antonio Araujo, e Paulo Aparecido de Morais com o Kit Brasil, da Deca Duratex, capaz de economizar 30% de água em relação a uma torneira comum.
Têxteis:
Miriam Andraus Pappalardo com Colares Tubulares
Trabalhos Escritos:
“Modernidade Verde. Jardins de Burle Marx”, de Guilherme Mazza Dourado, e “Nossa Bandeira”, de Joaquim de Salles Redig de Campos, como trabalhos publicados.
“Design sem fronteiras”, de Lara Leite Barbosa, como trabalho não-publicado.

cadeira Atibaia, de Paulo Alves da Silva Filho e Luís Fagner Koga Suzuki

cadeira Lapa, de Paulo Roberto Ceschin Foggiato

Trimoto, menção honrosa em Transportes, de Rodrigo Schoenardie, Marcelo Saldanha, Eurico Schoenardie, Eduardo Cristal, Giovanni Saldanha, Diego Ivoti

Lavadora Latina Rubi, de Ronis Paixão, Paulo Aleixo Coli e Marcos Rocha

Louça Pespes, de Aleverson Ecker, Luiz Pellanda Jr., Henrique J. Serbena, da Holaria Studio, segundo lugar em utensílios
Mostra: 23º Prêmio Design Museu da Casa Brasileira
Abertura da mostra e premiação: 24 de novembro, às 19h30
Visitação: 25 de novembro a 17 de janeiro, de terça a domingo, das 10h às 18h
Museu da Casa Brasileira: av. Faria Lima, 2.705 (tel 5511 3032-3727) São Paulo

Aberto para visitação, o MAXXI, museu nacional do século XXI, em Roma. Foto Designboom

Aberto para visitação, o MAXXI, museu nacional do século XXI, em Roma. Foto Designboom
Com 29 mil metros quadrados de área total, sendo 10 mil metros destinados à área expositiva e 6 mil para serviços como auditório, biblioteca, livraria e centro multimídia, abriu para tour arquitetônico o museu nacional de arte do século XXI, em Roma, desenhado pela arquiteta iraquiana Zaha Hadid, Pritzker de 2004.
A obra consumiu 150 milhões de euros e 10 anos. A inauguração oficial é na primavera (européia) de 2010.
Crítica positiva no "The New York Times" considera a obra uma espécie de renascimento da Itália para a contemporaneidade. O crítico Nicolai Ouroussoff
finaliza seu texto como a frase: "Se o Papa (Urbano VIII) fosse vivo, estaria tomando café da manhã com Zaha Hadid planejando a próxima empreitada".
O crítico quer sublinhar a ousadia da construção, numa cidade em que a carga histórica parece ter sufocado a possibilidade de uma imagem do presente. Urbano VIII é tido como um dos grandes construtores de obras para marcar época, sem muitas preocupações com a preservação do patrimônio (se é que se pode falar na idéia de patrimônio no contexto italiano dos séculos 16 e 17, época em que Urbano VIII, da família Barberini, viveu) .
Na fortificação do Castelo de Sant´Angelo, no Vaticano, mandou retirar vigas da época de Roma antiga para a fundição em canhões.
Tido como bárbaro por conta desta e de outras iniciativas, Urbano VIII foi quem contratou o arquiteto e escultor Gian Lorenzo Bernini, maior nome do Barroco, para grandes obras em Roma.
O Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, vai mostrar de 18 de novembro a 17 de janeiro de 2009 um resumo do que o design sueco vem fazendo pelas crianças nos últimos anos.
A exposição "Sementes Suecas", que já esteve na Colômbia e no México, traz cerca de 50 produtos suecos entre jogos, brinquedos, roupas, móveis, utensílios, equipamentos feitos com a preocupação de proporcionar conforto, segurança, aprendizado e sobretudo atender ao projeto sueco de valorizar a infância, fundamental para a cultura moderna daquele país.
A abertura será no dia 17, 19h30.
No dia 18, 19h30, duas palestras com designers especialmente convidados para a mostra serão realizadas no Museu: “Design para crianças – quando apenas o melhor é suficiente”, com o designer industrial Jan Puranenm, da Ergonomidesign, de Estocolmo, e “Playgrounds temáticos na cidade de Malmö - arquiteto paisagista, designer e artista trabalhando juntos para recreação ao ar livre”, com as arquitetas paisageistas Karin Sjölin e Caroline Larsson.
Para colocar na agenda e não perder.
O blogdesign viajou a Estocolmo e a Malmö, a convite do Instituto Sueco, em setembro, para conhecer de perto alguns dos projetos que você verá aqui, nos próximos dias.
O Museu da Casa Brasileira fica na av. Faria Lima, 2.705 (tel 11 3032-3727), Jardim Paulistano, São Paulo.

peça de Claudia Moreira Salles
Um exposição de peças de design brasileiro comemora os 90 anos da Bauhaus esta semana na loja-galeria Ovo, na Vila Olímpia, em São Paulo.

Luminária de Fernando Prado
Entre os autores, Attilio Baschera e Gregorio Kramer, Candida Tabet, Claudia Moreira Salles, irmãos Campana, Fernando Prado, Luciana Martins e Gerson de Oliveira e Marcelo Rosenbaum.

peça de Gerson de Oliveira e Luciana Martins
Na abertura, nesta terça, 10, 19h, haverá um debate com os designers e a curadora, Clarissa Schneider.

peça dos Campana
A Ovo fica na rua Gomes de Carvalho, 830, São Paulo.
Na terça, dia 10, 20h, a galeria Pontes, em São Paulo, faz uma mesa redonda sobre a contribuição da arquiteta Lina Bo Bardi para o pensamento, a exposição e a compreensão da arte popular e do design brasileiros.
Participam do debate o museólgo e crítico Fabio Magalhães, que foi curador-chefe do MASP, secretário da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, diretor da Pinacoteca e do Memorial da América Latina; o arquiteto Andre Vainer, que integrou a equipe de Lina em grandes projetos, realizou a mostra do acervo de arte popular no Solar do Ferrão na Bahia e é o autor do projeto de recuperação do Solar do Unhão, onde está instalado o Museu de Arte Moderna da Bahia, em Salvador; a jornalista, professora e crítica de design Adélia Borges, que dirigiu o Museu da Casa Brasileira, em São Paulo, de 2003 a 2007; a designer e consultora Baba Vacaro, que faz a direção de criação da Dominici e da Dpot; o arquiteto Giancarlo Latorraca, que integrou a equipe de Lina na restauração do Palácio das Indústrias e é diretor técnico do Museu da Casa Brasileira; o jornalista e arquiteto Pedro Ariel Santana, autor de “Artesãos do Brasil” e redator-chefe da revista Casa Claudia, da Editora Abril, e esta blogueira.
A galeria Pontes fica na rua Minas Gerais, 80, em Higienópolis. O encontro começa as 20h.
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Mara Gama é jornalista com especialização em design.