23/01/2009

Desenhos de Vincenzo Scarpellini

 

"Quaderni di Viaggio de Vincenzo Scarpellini" traz 90 desenhos, feitos a lápis, com guache e carvão, durante as viagens do autor à Amazõnia, ao Pantanal, ao Rio, passeios por São Paulo, na África do Sul, no Caribe e por Nova York.

 

 

A mostra abre sábado, 24, na Caixa Cultural, com curadoria de Jorge Coli e organização de Claudia Marques, e é homenagem ao designer e artista, morto julho de 2006, aos 41 anos.

 

Vincenzo nasceu na Itália e lá se formou em jornalismo e design. Mudou-se para o Brasil em 1996.
 


Parte dos desenhos da exposição foi publicada no caderno de turismo da Folha de S. Paulo, onde Vincenzo trabalhou como ilustrador e diretor de arte.

 

Na Folha, Vincenzo foi responsável pelo projeto gráfico de 2000.

 

Em livros impressos, ilustrou "A Turma do Ponto" e "A Invasão dos Sons Espaciais", junto com a escritora Mônica Costa.

 


No dia 27, 19h, Coli fará palestra sobre o autor no auditório do 6º andar do prédio da Caixa. As inscrições devem ser feitas por telefone 55 11 33214400l

 

Para o UOL, Vincenzo produziu a história de Papelzinho, um menino de papel, em colaboração com a designer gráfica Leticia Moura.

 

 

As imagens deste post são da história de Papelzinho, que vale a pena conhecer

Mara Gama às 20h47

Concretos

 

Arte para as tintas CIL, de Willys de Castro

 

Abre neste sábado, 24, 11h, e fica até 8 de março a mostra "Diálogo concreto - Design e construtivismo no Brasil" , na Caixa Cultural, praça da Sé, 111, zona central de São Paulo.

 

Cartaz de Antonio Maluf para a Bienal de 1951 


A exposição mostra obras de arte e design dos artistas ligados ao concretismo e neoconcretismo no Brasil nas décadas de 1950 e 1960. Trabalhos de Abraham Palatnik, Alexandre Wollner, Almir Mavigner, Aluisio Carvão, Amilcar de Castro, Antonio Maluf, Geraldo de Barros, Lygia Clark, Lygia Pape, Mary Vieira e Willys de Castro estão na mostra.

cartaz de Alexandre Wollner para a Bienal de 1957


A entrada é franca. Mais informações (11) 3321-4400 ou no site

Mara Gama às 20h06

19/01/2009

O bom robô


Morreu no domingo, 18, o ator americano Bob May, que vestia e operava o robô B9, o Blinky,  da série "Perdidos no Espaço".

 

 


Segundo notícia da AP, May dizia que se sentia bem dentro da fantasia de robô e que ela era seu lar fora de casa.

 


O ator podia ver por dentro da roupa e operava os movimentos dos braços, subida e descida do pescoço -como forma de expressar os sentimentos de apreço ou decepção.

 


Uma das grandes sacadas do projeto, de 1965, era a bolha de acrílico da cabeça do robô. O diretor de arte Robert Kinoshita, que trabalhara antes de entrar para o cinema e a TV numa fábrica que produzia armamentos, tinha experiência com o material. 

 

 

Kinoshita com alguns robôs


Eu era fascinada por esse robô quando era criança - assim como um monte de gente - e passi muitas tardes tentando reproduzir todos os botões de comando, as antenas, as luzes, os braços articulados e os ganchos das mãos. Não guardei nenhum dos meus desenhos.

 


Mas achei e seguem aqui fotos e croquis da máquina amiga, tão bem desenhada pelo criador deste e de vários robôs, o gênio Robert Kinoshita.

 

 

croquis de Kinoshita

 

As imagens do post são do site Robot Builders Club

Mara Gama às 13h04
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Mara Gama é jornalista com especialização em design.

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